Hoje começo um novo tópico, em que vou partilhar diariamente uma música das minhas de sempre.
Vou começar com Alain Barriere e Ma Vie.
Eu vivi uma vida que foi cheia. Viajei por cada e todas as estradas. E mais, muito mais que isso, Eu fi-lo à minha maneira...
Hoje começo um novo tópico, em que vou partilhar diariamente uma música das minhas de sempre.
Vou começar com Alain Barriere e Ma Vie.
Como o tempo passa....
Escrevi a minha última publicação neste espaço só meu já vai para lá de um ano. Prometo sempre que vou ser mais assíduo mas depois os dias passam, a rotina é a mesma, muitos planos para cumprir, mas depois... o marasmo do quotidiano. Sinto-me apático, quem sabe deprimido, sei lá! Digo que vou ser mais ativo, fazer mais exercício para além das caminhadas com os meus cães, andar mais de bicicleta, agora até compre uma moto mas não tenho andado muito, o tempo também tem estado maus, muita chuva e já vamos maio adentro.
Hoje fico por aqui.
Passaram-se mais de oito meses desde que partilhei qualquer coisa neste meu espaço. Em conversa com o meu professor de canto Filipe de Moura na passado 2ª feira, por outro motivo falámos de blog's, e lembrei-me deste meu cantinho. Recordei então que provavelmente estaria quase a completar 20 anos desde que o criei em 2005 e é verdade, fará em Julho essa bonita idade.
Estou perto de completar setenta e dois anos de idade e reconheço que quando cheguei aos setenta caí na realidade de que a vida entrou naquela fase que inevitavelmente se aproxima a passos largos da reta final, é a vida, mas tenho pena porque amo muito viver e tenho ainda sonhos que certamente não os viverei e isso tem-me gerado uma situação de alguma revolta e tristeza que se reflete no meu dia. Reconheço que me tenho isolado dos convívios que antes me criavam momentos de sociabilização e refugio-me em casa.
O facto de ter dois cães ainda jovens e de porte grande obrigam-me diariamente a fazer caminhadas e constato que ainda bem que assim é, senão o meu isolamento era ainda maior.
À 2ª feira também vou aos ensaios do grupo de canto a que pertenço, Cantares do Vento, e tenho-me obrigado a lá continuar pois é mais um momento de convívio.
Tirando isso a vida é uma rotina quase igual e assim passam os dias, meses e anos.
Há dias melhores claro, vou tentar recuperar desta fase menos boa pois também reconheço que ainda há muito caminha para andar.
Serra de Montejunto e as famosas azedas